Ana era a primeira de esposas de Elcana, a segunda esposa chamava-se Penina.
Ana era estéril (não podia ter filhos) e com isso sua rival Penina excessivamente a provocava, procurava de todos os meios humilhar Ana. Penina gerava filhos e filhas enquanto Ana não gerava nenhum, o que causava em Ana: vergonha, tristeza, angustia, revolta... um sentimento de rejeição de Deus. De uma forma ela estava um pouco ansiosa.
Ela era uma mulher amargurada, e sua tristeza era estampada em seu rosto, mas apesar de tudo seu esposo a amava muito, causando assim ódio e inveja a Penina.
Em uma noite Ana decidiu falar com Deus, ela não andava por ai contando seus problemas pessoais para todo mundo, era algo intimo, ela sofria em silêncio. Nessa noite ela desabafou em sua oração e fez um propósito com Deus, "e fez um voto, dizendo: Ó Senhor dos exércitos! se deveras atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas lhe deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias da sua vida, e pela sua cabeça não passará navalha." (1 Samuel 1:11) E chegando em casa, Elcana coabitou com Ana sua esposa, e passando o devido tempo teve um filho a quem chamou de Samuel, pois que dizer: "Do Senhor o pedi." Se tornado o Grande Homem, Profeta Samuel do povo de Israel.
- O que me chamou atenção em Ana foi sua revolta, ela não odiava Penina apesar de toda a humilhação, ela era revoltada contra Deus e contra a situação, ela e seu esposo sempre sacrificava em ano e ano, mas ela não via resultado. Quando sacrificamos e damos o nosso melhor para Deus, temos sim o direito de cobrar e foi isso que Ana fez. Ela sacrificou até seu filho, dando e consagrando para Deus.

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